GBL@user@2019 18 de fevereiro de 2019

O segurança Davi Amâncio, que matou o jovem Pedro Henrique Gonzaga, no supermercado Extra na quinta-feira (15), não poderia estar trabalhando como vigilante. Davi já foi condenado a três meses de prisão em regime aberto por lesão corporal depois de agredir uma ex-companheira.

Segundo relato da mulher, após uma discussão por ciúmes, ele a agrediu com vários socos no rosto na frente dos seus filhos.

Pela lei, a condenação de Davi o impede de trabalhar como vigilante, pois a condenação pela agressão saiu dias depois da contratação. O segurança foi solto depois de pagar fiança no valor de R$ 10 mil e deve responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

Três dias após a morte de Gonzaga, manifestantes realizaram neste domingo protestos em pelo menos seis cidades – além do próprio Rio, em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza e Campo Grande. Nos atos, manifestantes levaram faixas com os dizeres “vidas negras importam” e “a carne mais barata do mercado é a carne negra”.

Pedro Henrique foi enterrado no sábado no Cemitério Jardim da Saudade, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A vítima deixou um filho de apenas oito meses.

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